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segunda-feira, 8 de abril de 2013
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Alhambra
Alhambra
(Gladir Cabral e Gerson Borges)
Queria tocar os sinos
Da majestosa catedral
Pensei em compor os hinos
Pintar as faces do vitral
Mas tu me fizeste olhar o chão
E repintar os rodapés
Silenciar em meio à sombra do jardim
E foi assim que eu aprendi
A aguardar o tempo bom
A viração do vento sul
O recomeço da estação
(Gladir Cabral e Gerson Borges)
Queria tocar os sinos
Da majestosa catedral
Pensei em compor os hinos
Pintar as faces do vitral
Mas tu me fizeste olhar o chão
E repintar os rodapés
Silenciar em meio à sombra do jardim
E foi assim que eu aprendi
A aguardar o tempo bom
A viração do vento sul
O recomeço da estação
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
ABUSO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
TEMA DA CAMPANHA: “ESQUECER É PERMITIR, LEMBRAR É COMBATER”
Texto básico: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente”(Rm. 12.2).
INTRODUÇÃO:
Há alguns anos, li uma crônica sobre uma tribo africana que era atribulada pelos ferozes ataques de um leão. Fizeram uma reunião para ver como solucionar aquele problema. Um dentre eles teve uma idéia: apagar de vez o nome Simba do vocabulário da tribo, o que foi aceito por todos em unanimidade.
Ninguém fala, escrevia ou sequer gesticulava algo a respeito do simba. Todos estavam felizes, mas somente até ao momento em que o infeliz leão resolvia rugir ou atacar.
Assim também procuramos agir em nossa comunidade. Dizemos pra nós mesmos: “O simba não existe!” até o momento em que somos surpreendidos pelos alarmantes rugidos da maldade.
“Esquecer é permitir, lembrar é combater”
Mas que Simbah é esse que temos de lutar? Na verdade é uma alcatéia inteira:
terça-feira, 10 de maio de 2011
O crime de Lady Gaga
LaFONTE: Revista Cult » O crime de Lady Gaga
Marcia Tiburi analisa o pós-feminismo pop de Lady Gaga
Publicado em 08 de maio de 2010
Marcia Tiburi
Lady Gaga é o mais recente ídolo pop da cena internacional. Entenda-se por ídolo pop um indivíduo que encanta as massas com a habilidade artística de que é capaz sendo seu autor ou o mero representante de uma estética inventada por publicitários e estrategistas de produtos culturais. Nesse sentido, todo ídolo pop age como o flautista de Hamelin conduzindo por certo efeito de hipnose uma quantidade sempre impressionante de pessoas. Ele é também um guia estético e moral das massas. A propósito, entenda-se por massa um grupo de indivíduos que, ao se encontrar com outros, perde justamente a individualidade, tornando-se sujeito de sua própria dessubjetivação. Em outras palavras, ele é hipnotizado como se estranhamente desejasse sê-lo. A Indústria Cultural depende desse mecanismo, por meio do qual oferece ao indivíduo a oportunidade de se perder com a sensação de que está ganhando. O ídolo pop é a humana mercadoria que permite o gozo pelo logro que o espectador logrado aplica a si mesmo.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
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